A identificação facial deixou de ser diferencial e se tornou padrão de operação nas grandes arenas brasileiras. Com a Lei Geral do Esporte (Lei 14.597/2023), o reconhecimento facial passou a ser obrigatório no acesso a estádios com capacidade acima de 20 mil pessoas. Passado o primeiro ano de operação em rede, os indicadores mostram que a tecnologia entregou mais do que conformidade legal: entregou um público maior, mais jovem e mais diverso dentro dos portões.

Os dados são da Imply® ElevenTickets, líder no fornecimento de tecnologia para clubes, estádios e arenas na América do Sul. O levantamento consolida informações das praças esportivas em que a companhia opera o controle de acessos — entre elas Arena Castelão, Arena das Dunas, Arena Pernambuco, Arena Fonte Nova, Arena Independência e Beira-Rio. Na média da rede, a presença de torcedores com menos de 18 anos cresceu 43,5% desde a virada de chave.

Tecnologia global para projetos de alta performance

Presente em mais de 125 países, a Imply desenvolve soluções integradas que modernizam operações e geram valor. Conte com a segurança de quem é líder em inovação para impulsionar o seu negócio.

O caso do Sport Club Internacional ajuda a explicar a mudança de perfil. No Beira-Rio, a participação do público feminino subiu 42,3%, enquanto a presença de torcedores com menos de 18 anos avançou 145% no mesmo período. O recado é claro para o mercado: acesso mais seguro e mais fluido conversa diretamente com as famílias — e as famílias voltaram a levar os filhos ao estádio.

Reconhecimento Facial Imply® público nos estádios (2)

Reconhecimento facial Imply® ElevenTickets: acesso liberado em menos de um segundo

A base desse resultado é o Reconhecimento Facial Imply® ElevenTickets, estruturado em múltiplas camadas de segurança e desenvolvido com P&D 100% próprio — software e hardware projetados e fabricados pela companhia no Rio Grande do Sul. O sistema identifica o rosto e libera o acesso em fração de segundos, sem cartão, QR Code ou qualquer mídia física.

Como funciona a validação em três etapas

O módulo de leitores ML11 executa, em um único fluxo, as três etapas do acesso: identifica a presença do torcedor, autentica o rosto por inteligência artificial e deep learning e autoriza — ou nega — a entrada conforme o ingresso, o setor e o horário. A verificação acontece em menos de 0,3 segundo, com precisão superior a 99,9% e recurso de live detection, que impede tentativas de fraude com fotos ou vídeos. Na prática, a fila anda, a catraca gira e a entrada deixa de ser um gargalo operacional.

A operação é sustentada por padrões globais de segurança e privacidade. A companhia é certificada em ISO 27001 (Segurança da Informação) — presente em apenas 0,001% das empresas brasileiras —, ISO 9001 e PCI DSS, e atua em total conformidade com a LGPD. Em um tema sensível como a biometria, essa camada de governança é tão decisiva quanto a tecnologia.

“Quando o torcedor acessa a arena apenas com o rosto, sem cartão ou mídia física, e a validação acontece em menos de um segundo, a entrada deixa de ser uma barreira. Essa comodidade aproxima novos públicos, como as famílias e o torcedor mais jovem, e gera segurança para clubes, público e arenas. A partir daí, cada acesso vira informação: o clube conhece melhor sua torcida e abre novas fontes de receita”, afirma Tironi Paz Ortiz, CEO e fundador da Imply®, que tem no currículo clientes como Conmebol e FIFA.

A trajetória sustenta o discurso. A Imply® foi pioneira na venda de ingressos pela internet para o futebol brasileiro, em 2007, e desde então acumula mais de 65 milhões de ingressos comercializados e operações em eventos de escala máxima, incluindo Copa do Mundo FIFA, Copa América e as competições da Conmebol. O reconhecimento facial é o passo mais recente dessa evolução, porque fecha o ciclo entre a compra do ingresso e a entrada no estádio.

Do controle de acesso ao relacionamento que gera receita

O reconhecimento facial no acesso é apenas o primeiro passo de uma relação nova com o torcedor. O cadastramento biométrico constrói uma base de dados legítima e consentida, que permite mapear hábitos de consumo e individualizar o atendimento dentro da arena. O clube passa a saber quem entra, quando entra e por qual portão — informação que antes simplesmente se perdia.

Dados de acesso como ativo comercial

Esse conhecimento abre caminho para ofertas certeiras. Ao identificar que um torcedor costuma chegar no mesmo horário e pelo mesmo acesso, o clube pode dialogar com ele de forma personalizada: orientar sua circulação, sugerir produtos e serviços e acompanhar sua jornada do estádio até o caminho de casa. Cada interação deixa de ser um custo operacional e passa a ser uma oportunidade de fidelização e receita.

O território a explorar é amplo. A leitura desses dados qualifica patrocínios, ativações comerciais e programas de sócio-torcedor, ao conectar ticketing, acessos, cashless e fidelidade em um único ecossistema. As soluções de Data Analytics e Business Intelligence da Imply® ElevenTickets  transformam o fluxo de acesso em inteligência de negócio, o controle de acessos para pessoas e veículos estende esse alcance do estacionamento à arquibancada e a gestão de sócios Imply® ElevenTickets® converte esse relacionamento em receita recorrente.

Presente em mais de 125 países, a Imply® segue como referência mundial em tecnologia para o esporte e o entretenimento. A obrigatoriedade legal foi o ponto de partida; o que vem depois dela é decisão de cada clube.

Conheça a plataforma completa de controle de acessos e Reconhecimento Facial Imply® ElevenTickets e descubra como modernizar a gestão de acesso do seu espaço.

Reconhecimento Facial Imply® público nos estádios (2)

Compartilhe nas redes sociais!